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Em Defesa da Fraternidade André Luiz

Eu, Ubaldo Alves Guimarães, residente e domiciliado em Uberlândia/MG, venho através desta manifestar meu parecer e a minha indignação em relação ao que estão fazendo à Fraternidade André Luiz.

Em 1997, quando lá cheguei com vários problemas materiais e espirituais, fui acolhido com muito amor e carinho pelas pessoas que já faziam parte daquela casa, especialmente pela Sra. Irene Artiaga Gomes da Costa, que me tratou como se eu fosse seu filho. Desde então, recebi várias curas, não só eu, como toda a minha família.

Fui então convidado a fazer parte do quadro de médiuns, o que aceitei com muita satisfação por saber que teria a oportunidade de ajudar pessoas que, como eu, chegavam ali todos os dias.

Indignado estou pelos absurdos que pessoas (que como eu lá chegaram) estão fazendo, atacando aquela Casa e a pessoa de dona Irene Artiaga e sua família, e da presidente Sra. Nilzângela Aparecida, que são pessoas de bem, idôneas, respeitáveis, honestas, ficando provado que é uma grande perseguição do grupo de pessoas malfeitoras juntamente com os doutores da lei.

Reforçando mais ainda tal arbitrariedade, foram até à chácara Avalon e tiraram à força de nosso convívio, uma jovem que lá vivia por sua livre e espontânea vontade, tratada com muito amor e respeito, o que, na casa de sua "mãe" nunca encontrou (ver carta depoimento no processo).

Fica registrado o meu protesto aos perseguidores e o meu respeito e gratidão aos perseguidos.

Coloco-me à disposição para defendê-los.

Ubaldo Alves Guimarães